No fim, quando a mágoa se instala, encolhemos os ombros, consolamo-nos com a banalidade de uma evidência - “é assim a vida” ou “amanhã é outro dia” - e seguimos viagem. É que a vida não pára, não espera que as lágrimas sequem, continua, imperturbável, em passos largos, zombeteiros…terça-feira, 4 de agosto de 2009
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