Nas gavetas, há palavras que giram numa roda-morta sobre o papel. Sempre as mesmas. Não queimam os dedos, não afogam o olhar e nem param o dia, mas doem por dentro, naquele sítio inidentificável, sempre o mesmo.
Nos dias de sol há uma saudade, sempre a mesma, das janelas abertas, da música sorridente, da melancia fresca e das sestas de Verão.
Num espaço escondido, ao fundo do corredor, debaixo da desarrumação (sempre a mesma) do armário pintado de branco, há um par de sapatos, cobertos de pó, que descalçaste ao sair da última vez… sempre a mesma.
Todo o Setembro é fantástico!
ResponderEliminarAdorei sem excepção.
Bjinhos
Ana
Obrigada :)
ResponderEliminarMuito bom o texto . A mensagem transmitida é o que a maioria das pessoas sente, apesar de nem sempre o admitir
ResponderEliminarLA
fOTOGRAFIA A ILUSTRAR SEMPRE EXCELENTE E ADAPATADA AO TEXTO.PARABÉNS
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