Quando somos novos, falam-nos de palavras cheias e misteriosas como “amor” e como “felicidade”. Oferecem-nos uma lata de tinta cor-de-rosa e insistem connosco para que pintemos a vida dessa cor. Asseguram-nos de que podemos fazê-lo se o desejarmos firmemente e se formos fortes, autênticos e corajosos.
Porque não nos avisam logo de que a vida é sempre e só uma alternância de preto e branco – às vezes sim e às vezes não – e o amor e a felicidade palavras úteis para entreter o dia-a-dia e adoçar o café ao Domingo à tarde?
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