terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

amanhã é o mesmo dia


... pensar que é apenas uma tola, ingénua, ilusão esquizofrénica (que vamos alimentando sabe-se lá com que energia) aquilo que nos mantém presos ao trilho, atentos ao dia de amanhã. E se, afinal, amanhã não for outro dia, mas antes o mesmo dia, longo e repetido, igual ao de ontem e em nada diferente do de anteontem... E se estivermos presos, fechados, dentro de um círculo diário de coisas e factos e pessoas tão levemente dissemelhantes que nem lhe sentimos a diferença, como vamos escapar?

2 comentários:

  1. A propósito daquilo que fazemos todos os dias:

    "Gosto de trabalhar
    faz bem
    a mim e aos outros
    que também trabalham
    até que se apaixonam
    as pessoas gostam de paixão no trabalho
    pena que não trabalhem com paixão
    mal empregado amor"
    O emprego das palavras de João Negreiros

    Talvez a paixão em tudo, nos ajudasse a escapar! Beijinho

    ResponderEliminar
  2. After a while ...

    you learn
    the subtle difference between
    holding a hand and chaining a soul
    and you learn
    that love doesn't mean leaning
    and company doesn't always mean security.
    And you begin to learn
    that kisses aren't contracts
    and presents aren't promises
    and you begin to accept your defeats
    with your head up and your eyes ahead
    with the grace of woman, not the grief of a child
    and you learn
    to build all your roads on today
    because tomorrow's ground is
    too uncertain for plans
    and futures have a way of falling down
    in mid-flight.
    After a while you learn
    that even sunshine burns
    if you get too much
    so you plant your own garden
    and decorate your own soul
    instead of waiting for someone
    to bring you flowers.
    And you learn that you really can endure
    you really are strong
    you really do have worth
    and you learn
    and you learn
    with every goodbye, you learn...

    (After A While - Veronica A. Shoffstall)

    ResponderEliminar