
Ele perguntou-me: "Vemo-nos amanhã, bébé?". Eu engoli em seco: "bébé, tu chamaste-me bébé"? E ele, sem compreender o choque, a julgar-se engraçado: "preferes que te chame amore (sim, com e no fim) ou 'mor (sim, sem a no início)?" Eu tentei não soar demasiado agressiva, no que raramente sou bem sucedida: "prefiro que me trates pelo meu nome. porque é meu. é pequeno, logo fácil de utilizar. e assenta-me melhor do que uma luva".
Não sei se há mulheres que apreciem estas coisas. Eu não. Lamento, mas diminutivos carinhosos, feitos com base no meu nome, soam-me sempre mais apropriados para cachorros tamanho miniatura. E utilizar expressões como "nanar" ou "papar" é adequado... para menores de sete.
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