sexta-feira, 13 de março de 2009

black bird


Como estava ferido, deixou-se ficar aninhado sob o conforto das suas próprias penas, semi-escondido pela paisagem, a alma atenta, à espera da tonalidade certa de azul do céu, para abrir as asas e voar...

aqui

3 comentários:

  1. Um dia, quando começa, parece igual aos
    outros. A mesma luz que entra pela janela,
    ruídos de obras e automóveis, vozes ... Mas
    o que nesse dia me falta é outra coisa: a tua
    voz, a surpresa de cada instante que me dás, uma luz diferente que não vem de fora, da
    mesma rua e do mesmo céu, mas de dentro
    de ti. Assim, o que faz a mudança do mundo
    e das coisas não é o mundo nem as coisas:
    somos nós, e a relação que nos prende um ao
    outro - isso que, não sendo nada para fora
    de nós, é tudo o que temos nesta vida.

    «Acordar», de Nuno Júdice

    ResponderEliminar
  2. Um Urubu?
    No Porto?
    Tenho que ir ai... desses ainda nao tenho na minha colecao!
    (os teclados na Islandia só têm c)...têm æ, þ, ð, ö e µ...mas ainda nao sei para que servem!
    Bj

    ResponderEliminar
  3. No Porto há muitas espécimes bem interessantes, a justificar uma visita, mas a fotografia foi tirada em São paulo, no parque Ibirapuera.
    Espero que a viagem esteja a correr muito bem.

    ResponderEliminar